EL USO DEL NEEM INDIO (AZADIRACHTA INDICA) EN LA REFORESTACIÓN DEL MUNICIPIO DE SANTANA DO IPANEMA, ALAGOAS
DOI:
https://doi.org/10.56238/ramv20n15-021Palabras clave:
Árbol, Caatinga, PaisajismoResumen
La plantación de árboles urbanos en Brasil se compone frecuentemente de especies exóticas, incluyendo algunas clasificadas como invasoras, a pesar de la abundancia de especies nativas en el país. Azadirachta indica A. Juss (Neem), un árbol de origen indio de la familia Meliaceae, fue introducido en Brasil. En el noreste del país, debido a las condiciones climáticas, encontró condiciones suficientes para su pleno desarrollo y expansión poblacional. Por lo tanto, es necesario un estudio sobre la plantación de árboles urbanos, considerando sus beneficios para el bienestar social y para la fauna y flora. El objetivo fue cuantificar el Neem utilizado para la plantación de árboles en un barrio central de un área urbana en un municipio del estado de Alagoas. El trabajo se llevó a cabo en el municipio de Santana do Ipanema en el estado de Alagoas. La investigación se realizó con base en una revisión de la literatura y un estudio de campo. La fase de estudio de campo consideró la presencia de Azadirachta indica en las calles y avenidas del municipio objeto del estudio. El análisis cuantitativo confirmó el predominio de Azadirachta indica (70%) en relación con los árboles y arbustos nativos del bioma de la Caatinga, representando 21 de los 30 individuos encontrados en la avenida estudiada.
Referencias
1. BAUMER, M. Notes on trees and shrubs in arid and semi-arid regions. Rome: FAO, 1983. 280p.
2. IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Cidades. 2020. Disponível em: <https://cidades.ibge.gov.br/brasil/al/santana-do-ipanema/panorama>. Acesso em: 18 ago 2020.
3. ISERNHAGEN, I.; LE BOURLEGAT, J.M.G.; CARBONI, M. Trazendo a riqueza arbórea regional para dentro das cidades: possibilidades, limitações e benefícios. Revista Brasileira de Arborização Urbana, Curitiba, v.4, n.2, p.117-138, 2009.
4. LEAL. et al. Mudando o curso da conservação da biodiversidade na Caatinga do Nordeste do Brasil. Megadiversidade (1):139 146. 2005.
5. LORENZI, H. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de Plantas arbóreas do Brasil. 2. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, v.2, 2002. 368p.
6. MATTHEWS, S. América do sul invadida América do sul invadida. A crescente ameaça das espécies exóticas invasoras. [S.1]: GISP Global Invasive Species Programme Secretariat, 2005. 80 p. Disponível em: http://www.institutohorus.org.br/download/gispSAmericapo.pdf> Acesso em: 15 Jul 2021.
7. MEDEIROS, M.A.S.; LIRA FILHO, J.A. Indicação de espécies arbóreas adaptadas ao semiárido brasileiro, para o paisagismo urbano. In: Reunião Nordestina de Botânica, 30º. Crato de 04 a 07 de julho de 2007. Anais... Crato, CE: S’BB, URCA, 2007. p. 26.
8. MMA, Ministério do Meio Ambiente. Espécies Exóticas Invasoras. 2009. Disponível em: <http://www.mma.gov.br/biodiversidade/biosseguranca/especies-exoticas-invasoras>. Acesso em: 15 jul 2021.
9. MEDEIROS, L.G; SOBRAL, A. A análise da arborização urbana no centro da cidade de Pombal (PB). I CONIMAS e III CONIDIS, 1ª ed, Campina Grande: Realize Editora, 2019. Disponível em: <https://editorarealize.com.br/artigo/visualizar/63043>. Acesso em: 21 ago 2021.
10. NEVES, D. P. et al. Parasitologia Humana. 13. ed. São Paulo: Atheneu, 2016.
11. RODAL, M. J. N. Fitossociologia da vegetação arbustivo-arbórea em quatro áreas de caatinga em Pernambuco. 1992. 198f. (Tese de Doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, São Paulo.
12. RODRIGUES, R. R. Análise estrutural das formações florestais ripárias. In: BARBOSA, L. M. Simpósio sobre mata ciliar. Campinas. Anais. Campinas. Fundação Cargill, 1989. p. 99-119.
13. SILVA, J.G; PERELLÓ, L.F.C. Conservação de espécies ameaçadas do Rio Grande do Sul através de seu uso no paisagismo. Revista Brasileira de Arborização Urbana, Curitiba, v.5, n.4, p.1-21, 2010.
14. SILVA, L.M. Reflexões sobre a identidade arbórea das cidades. Revista Brasileira de Arborização Urbana, Curitiba, v.3, n.3, p. 65-71, 2008.
15. SIQUEIRA FILHO et al. A queda do mito: Composição, Riqueza e Conservação das plantas vasculares das Caatingas do Rio São Francisco. Flora das Caatingas do Rio São Francisco. 1. ed. Rio de Janeiro, Estúdio Editorial, 2012.
16. ZILLER, S.R. Plantas exóticas invasoras: A ameaça da contaminação biológica. Ciência Hoje, v. 30, n. 178, p: 77-79, dez 2001.