CARACTERÍSTICAS DOS AGRICULTORES FAMILIARES E A EXTENSÃO AGRÍCOLA NAS COMUNIDADES DE CHICHOCANE NO DISTRITO DE VILANKULO, MOÇAMBIQUE
DOI:
https://doi.org/10.56238/ramv20n16-020Palavras-chave:
Métodos de Extensão, Visitas às Propriedades, ChichocaneChichocane, Vilankulo, MoçambiqueResumo
As características dos agricultores familiares nas comunidades rurais de Chichocane, no distrito de Vilankulo, Moçambique, e os serviços de extensão a eles prestados foram avaliados em um estudo conduzido entre fevereiro de 2023 e fevereiro de 2024. Para a coleta de dados, utilizaram-se entrevistas semiestruturadas com agricultores e com o pessoal de extensão; revisões de literatura; e observações diretas de campo. Selecionou-se para o estudo uma amostra representativa de 39 agricultores, de uma população estimada em 390 agricultores. Foram avaliados o perfil socioeconômico (idade, escolaridade, estado civil) dos agricultores e as técnicas de extensão empregadas pelos agentes de extensão (Escolas Agrícolas; Demonstrações de Campo; Reuniões; e Visitas às Propriedades) [[nota: "Farm Schools" foi traduzido como "Escolas Agrícolas"; caso o original se refira ao conceito consagrado de Farmer Field Schools, a forma usual em português é "Escolas de Campo" — recomenda-se verificar]]. Todos os dados do estudo foram analisados com o Microsoft Excel 2010 para estatística descritiva (média, percentual), e os resultados foram apresentados em tabelas e gráficos. Sessenta e dois por cento dos agricultores do estudo eram do sexo feminino, em comparação com 38% do sexo feminino [[nota: o original diz "compared with 38% females", o que contradiz os 62% mencionados antes; pelo contexto, o valor de 38% provavelmente deveria referir-se ao sexo masculino — recomenda-se verificar]]. Oitenta por cento deles não chegaram ao Ensino Médio [[nota: "High School" traduzido como "Ensino Médio"; verificar a correspondência com o sistema educacional moçambicano]], e 53% tinham entre 36 e mais de 50 anos de idade. Os agentes de extensão realizaram menos visitas às propriedades devido às más condições das estradas e à falta de transporte confiável. O Método de Grupo foi considerado o mais viável, por permitir que os agentes de extensão alcancem um número maior de agricultores em uma mesma área e por possibilitar interações entre os agricultores e com os agentes de extensão.
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